Áreas de intervenção
Acompanhamos situações diversas, em diferentes fases da vida. Esta lista não é exaustiva — cada processo começa numa conversa, sem necessidade de chegar com um nome para o que se sente.
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Ansiedade
A ansiedade torna-se difícil quando deixa de ser um aviso pontual e passa a ocupar o quotidiano: pensamentos repetitivos, tensão no corpo, dificuldade em parar. Em consulta procuramos compreender o que a ansiedade está a tentar dizer, identificar os contextos em que se intensifica e construir, em conjunto, formas de a regular sem a silenciar.
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Depressão
A depressão pode aparecer como cansaço persistente, perda de prazer, dificuldade em dar sentido aos dias. Acompanhamos cada pessoa no seu próprio tempo, criando um espaço onde é possível pôr palavras ao que dói e procurar, com cuidado, formas de voltar a habitar a vida.
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Luto e perdas
O luto não tem prazos nem etapas obrigatórias. Pode surgir após a morte de alguém querido, mas também perante outras perdas — uma relação, uma fase da vida, uma identidade. O acompanhamento procura honrar o que foi vivido e abrir espaço para integrar a perda, sem pressa de a resolver.
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Neurodivergência
A neurodivergência — autismo, PHDA, dislexia, entre outras — não é uma doença, é uma forma diferente de funcionamento neurológico. Acompanhamos crianças, adolescentes e adultos no processo de auto-conhecimento, na compreensão das suas particularidades e na construção de respostas adaptadas a cada contexto: escola, família, trabalho.
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Dificuldades de aprendizagem
Quando a aprendizagem se torna um terreno de frustração, a avaliação neuropsicológica permite compreender em que pontos do processo cognitivo a criança ou adolescente encontra obstáculo — atenção, memória, leitura, raciocínio. O resultado devolve-se em consulta, com recomendações concretas para a escola, a família e, quando indicado, para a intervenção terapêutica.
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Infância e adolescência
Acompanhamos crianças e adolescentes nas dificuldades próprias de cada fase: regulação emocional, relação com pares, identidade, transições escolares. O trabalho integra a família sempre que necessário, porque a criança não cresce sozinha — cresce numa rede de relações que também precisa de ser escutada.
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Relações e família
As consultas de terapia familiar e de casal abrem um espaço para escutar o que circula entre as pessoas — o que é dito, o que fica por dizer, os padrões que se repetem. Procuramos, em conjunto, compreender as dinâmicas em jogo e encontrar formas mais saudáveis de habitar a relação.
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Desenvolvimento pessoal
Nem sempre se procura terapia por uma crise. Há quem chegue para se compreender melhor, para pensar sobre escolhas, para dar nome ao que sente. A psicoterapia é, nesse sentido, um percurso de autoconhecimento — um espaço para olhar para si com mais clareza e com menos pressa.
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